Harmonização aprovada – Petroleum e brownie

Postado em maio 11, 2011

petroleum e brownie

Na nossa última brassagem fomos agraciados com uma travessa de um delicioso brownie com calda de chocolate e cerveja stout. Os méritos do brownie são todos a Nadya Romanowski. Aproveitamos esse momento tão especial e abrimos uma das últimas Petroleum maturada com chocolate belga. A harmonização foi amplamente aprovada por todos os presentes. A textura quebradiça do brownie com a densidade licorosa da cerveja levou a uma sintonia perfeita, o perigo foi os 11% do teor alcoólico ter sumido quase que completamente. A calda de chocolate com cerveja stout de um toque todo especial harmonizando por semelhança com o Petroleum, uma Imperial Stout.  A qualquer instante provaremos, aprovaremos e...

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Brassagem 28 – Da Vinci

Postado em maio 8, 2011

Fervura comendo solta

Ontem, dia 07/05/2001, fizemos a brassagem 28. A receita escolhida foi a Da Vinci, uma weisenbock inspirada na Weihenstephan Vitus. A receita dela é: 20,00 kg malte de trigo 5,00 kg malte munich 5,00 kg malte vienna 74,40 gm Magnum (60 min) 5 gr de whirlfloc (5 min) OG est: 1081 FG est: 1021 ABV est: 7,86% Color: 6,5 SRM A mostura se iniciou a 67 graus e em 1 hora e meia todo amido foi convertido. A filtragem foi bem tranqüila, estamos usando uma nova bazzoca. Uma dica do Edigyl Pupo da De Bora. Faremos um post sobre ela em breve. Segue um foto desse animado momento. E a fervura comeu solta, com bolinhas subindo como se não houvesse amanhã. Veja a foto abaixo já do fim da fervura com o chiller já colocado. E para nos mantermos de pé durante toda essa batalha. Colocamos a churrasqueira para trabalhar em toda sua plenitude, já que tivemos a maior lotação do parque temático ontem. As abobrinhas na grelha ficam quentinhas e deliciosas pra comer com queijo. Camembert e brie se desmancham na boca. E a costela derreteu literalmente. Atingimos o objetivo. Também fizemos o desafio das Trappistas: Blond Achel e Westvleteren 6. Olha eu e Junior, que trabalha no Templo da Cerveja, servindo elas. Segue as fotos que tiramos nessa galeria. [Mostrar como slideshow] 1234567► Algumas outras boas fotos também você encontra aqui. E ao terminarmos de limpar tudo, a fermentação já borbulhava a todo vapor. Fomos dormir tranqüilos, enquanto nossos amigos faziam a parte...

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Harmonização aprovada: Dumfumada e queijo caprino romano

Postado em maio 6, 2011

harmonização aprovada

Enquanto ainda não fazemos os nossos queijos, comemos o queijo dos amigos. Aprovamos a harmonização Dumfumada com o queijo caprino romano da Caprilli. O queijo tipo caprino romano da Caprilli tem uma textura dura sendo frágil e granular, aroma intenso se equilibram com os tons defumados e maltados da cerveja. Harmonizando por semelhança muito bem.

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Movendo cervejas e livros sobre queijos

Postado em maio 4, 2011

Livros sobre como fabricar queijos, iogurtes e outros derivados de leite

Ontem, dia 03/05/2011, foi dia de transferências de cerveja. Medimos a John Wayne feita semana passada e já estava com 1012. Sendo assim, transferimos para baldes, adicionamos o dry hopping (16 gr por balde) e colocamos para maturar a zero grau. Como essa John Wayne participou do Yeast Wars, medimos a parte lager da fermentação e os mesmos 1012 foram atingidos, iniciamos o descanso do diacetil. Aumentamos a temperatura do termostato para 13 graus, estava em 9 e hoje vai pra 15 graus. Depois de dois dias a quinze, será baixado para zero e começar a maturar. Para poder colocar a John Wayne na maturação, tivemos que passar nossa segunda Pilsen para postmix assim como a Blond Ale feita com o mesmo mosto da Pilsen para postmix. Estão carbonatando essas delicias agora. Esquecemos de tirar fotos por conta do jogo do Barça e Real. 🙂 Medimos nossa Grand Cru e estava com 1050 ainda, o fermento pelo jeito está preguiçoso, agitamos os galões para levantar os bichinhos e os galões voltaram a borbulhar, esperemos que a cerveja atenue até os 1015 desejados. E nossos livros sobre fabricação de queijos e outros produtos derivados do leite chegaram, olha eles aí. Sábado o parque temático estará aberto, faremos alguma cerveja que decidiremos hoje qual será, bem como o cardápio, e o quadro de Cervejas em produção foi atualizado. 🙂...

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John Wayne no Yeast Wars!

Postado em abr 27, 2011

John Wayne e tábua de queijos

Na última segunda, dia 25/04/2011, fizemos a nossa 27 brassagem e repetimos a já conhecida John Wayne. Essa foi a receita de nossa primeira brassagem e gostamos dela por conta do amargor pronunciado que possui. A tempos queriamos comprar um filtro para poder usar a água da Sanepar, porque não temos mais idade para carregar galões de 20 litros pra cima e pra baixo. Seguindo as dicas da JunkaBeer, compramos três filtros de cavalete. Eles foram ligados em série. Sendo o primeiro usando polipropileno como elemento filtrante, e os outros dois, filtros de carvão ativado para retirar o cloro. O primeiro deles elimina 85% do cloro da água e o segundo 85% do que sobrou de cloro. Sendo assim, obtemos assim uma água quase se cloro. Filtramos 140 litros para a brassagem e tratamos a água para que ela ficasse mais dura. Esperamos que essa dureza ajude a produzir aquele amargor mais rasgado, bem caracteristico em muitas APAs vindas dos EUA. Adicionamos á agua cervejeira os seguintes sais: 10 gr de sulfato de magnésio 40 gr de sulfato de cálcio Elevamos a temperatura para 70 graus celsius e adicionamos os maltes para atingir os 65 graus da primeira rampa. Segue a receita: 20 kg de malte pilsen 2,25 kg malte caramunich tipo II Depois de uma hora todo o amido já havia sido convertido e seguimos para o mashout. A filtragem ocorreu bem e fomos para a fervura, adicionando os seguintes lúpulos: 100 gr de pearle – 60 min 150 gr de cascade – 15 min 120 gr de cascade – 5 min Durante a fervura o sensor de temperatura atingiu 100 graus Celsius, o que é meio inexplicável em Curitiba, uma vez que água aqui ferve perto de 98 graus. Mas tem coisas que só acontecem no parque temático. Com a fervura terminada e com o mosto a 23,7 graus, medimos a densidade inicial e chegamos a conclusão que ficou em 1050. Para fermentar esse delicioso mosto, utilizamos duas variedades de fermento: uma Lager e outra Ale. O fermento lager escolhido foi o já consagrado Urquell e para o ale o 1056, ambos da Wyeast. Esse já é o segundo Yeast Wars, que consiste em fermentar o mesmo mosto com dois fermentos diferentes, no nosso caso um ale e um lager. Em breve, iremos fazer um outro post falando dos resultados e contando mais sobre essa experiência. A fermentação está ocorrendo a 18 graus no caso da ale e 9 graus na lager. No quinto dia de fermentação serão adicionados 80 gr de cascade como dry hopping. Para a brassagem, compramos 4 tipos de queijos: roquefort, grana padano, camembert e brie. Harmonizamos com uma John Wayne que tinhamos guardado desde o último Beer Day e com o pouco de Grand Cru que ainda havia. E também fizemos um churrasquinho como de costume. Os pratos do dia foram carneiro e...

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