Dia da Cerveja Brasileira

Postado em jun 5, 2013

Para celebrar o Dia da Cerveja Brasileira, vamos relembrar o que nos disse Randy Mosher sobre o futuro da cerveja no Brasil quando veio para o VI Encontro Nacional das ACervAs de 2011 em Florianópolis. Acreditamos que estamos caminhando na direção apontada por Randy Mosher no final do vídeo. Cada vez mais cervejas estão aparecendo e assim vamos construindo nossa identidade pouco a pouco, gole a gole. Um brinde à Cerveja Brasileira. Para mais informações acesse...

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Zine do Viva La Revolucion 2013

Postado em abr 1, 2013

Como já é de praxe, saiu mais uma edição do Zine do Viva La Revolucion, uma iniciativa dos cervejeiros de Curitiba. Este ano publicamos um texto explicando como funciona o preço das cervejas, claro que tem algumas simplicações (explicadas no texto), uma vez que o assunto é extenso e denso. Para baixar, o Zine Viva La Revolucion 2013 basta clicar aqui. Esperamos que assim esse assunto que sempre gera muita polemica, seja mais claro. Viva La Revolucion da Cerveja...

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Petroleum: Bi-campeã da enquente do BOB

Postado em mar 19, 2013

A gente já falou ano passado que a enquente do Roberto Fonseca feita no Estadão não era pra ser contada, mas não resistimos de novo e sabe o que aconteceu? A Petroleum foi a cerveja mais lembrada de novo! Tivemos 50 menções para o líquido denso e espesso que conquista o coração dos brasileiros, e estrangeiros, no primeiro gole. Na categoria Melhor Ale Nacional, a Petroleum teve 24 menções. A Green Cow da Seasons teve 16 e Colorado Vixnu empatou com a Bodebrown Perigosa com 6 menções. Só cerveja de peso. Já na categoria Lager Nacional, a Amburana da Way Beer foi a mais lembrada, seguido de Bierland Vienna e Eisenbahn 10 anos. Também só gente grande. No Melhor Bar Cervejeiro quem levou foi o Empório Alto dos Pinheiros. Mais do que justo pelo trabalho que o Paulo e sua turma andam fazendo por lá. Boteco Colarinho também foi bastante lembrado. Tivemos 10 votos na categoria de Melhor Cerveja do Ano, uma surpresa incrível porque ali tinham as importadas correndo junto e mesmo assim a Petroleum foi a que teve o maior número de menções, deixando a Duvel Tripel Hop com 9 votos em segundo. Recebemos ainda outras menções em outras categoria: 4 Novidade do Ano, 4 Rótulo Mais Bonito para Wäls Petroleum, 3 Melhor Cerveja Caseira 2 Rótulo Mais Bonito para DUM Petroleum 2 Melhor Fato do Ano 1 Melhor Chopp Agradecemos à todos que lembraram da Petroleum, a Wäls que ajudou o Brasil a conhecer melhor o ouro negro, a todos que indicam nossa cerveja para amigos ou clientes tomarem e aos consumidores que não deixam criar estoque de Petroleum na Wals (e nem de Dubbel, Tripel, Quadrupel, Brut, …). Desejamos também sorte para o Bob depois de sair do estadão, ele tem um grande futuro pela frente com certeza. Boa sorte amigo e esperamos ver você em Blumenau. Esse ano não iremos expor nossas cervejas no Festival da Cerveja em Blumenau, mas estaremos lá todos os dias e tentaremos fazer posts diários contando sobre o que está acontecendo, sobre as cervejas que mais gostarmos por lá. Também vamos ajudar a fazer uma cerveja na Das Bier em Gaspar na sexta, como já foi noticiado em diversos blogs, e no sábado, vai rolar uma surpresa, mas ai só quem tiver lá vai saber. Chegue cedo. 🙂 Nosso muito obrigado mais uma vez e pedimos só mais um pouco de paciência, que muito em breve, teremos novidades revolucionárias. Nelas você vai poder fazer parte da DUM. Fiquem...

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Resumo dos dois anos da DUM Cervejaria – parte 2/2

Postado em set 25, 2012

Ontem falamos sobre as coisas que fizemos, vamos conversar sobre o que aconteceu com a DUM. O ano de 2012 começou agitado, fomos a cerveja mais lembrada do painel do Bob. O Roberto Fonseca pediu para não tabular, mas como ele descobriu que a Wäls ia fazer a Petroleum e não titubeou em publicar, tabulamos em uma represália bem humorada. Tinhamos quase certeza que ficariamos entre as caseiras mais lembradas, mas para nossa surpresa fomos a mais lembrada em todas as categorias. Mas nada foi mais gratificante do que a Wäls Petroleum. Essa era uma das nossas metas do segundo ano e foi cumprida com maestria, graças ao apoio total e irrestrito dos nossos amigos mineiros. A dedicação deles é total às obras de arte produzidas no “santuário” Wäls. Além de nos acolher como parte da familia deles, realizaram o maior sonho de qualquer cervejeiro caseiro: colocar à venda sua cerveja, de forma legal, pagando impostos e gerando empregos. Aproveitamos a ocasião para fazer o lançamento em Curitiba, no qual toda a Petroleum acabou em 100 minutos. A Wäls Petroleum tem atingido um público que não tem como vir ao parque temático e está disponível em centenas de lojas, bares e restaurantes pelo Brasil afora. Tem feito muito sucesso, porque como costumamos dizer, assim que as caixas de Wäls Petroleum ficam prontas para à venda, elas acabam na Wäls. Somem, mesmo depois de 10 brassagens, mais ou menos 16 mil litros do ouro negro produzido. E como se isso não bastasse, ganhamos uma medalha de ouro no South Beer Cup com o primeiro lote desta parceria. Seremos eternamente gratos por isso. Além da medalha, tivemos a honra de ter uma média muito alta: 97,8. Simplemente foi incrível. Até agora não caiu a ficha direito, mas deve ser isso mesmo. Também conseguimos o terceiro lugar no concurso nacional das ACervAs, quando anunciaram nosso nome como terceiro lugar, foi um alivio, porque ali era onde o caldo ia engrossar e estávamos muito apreensivos de não subir ao pódio devido ao grande número de bons cervejeiros no Brasil. Tivemos notas muito boas: 43, 41 e 38, ou seja, existem pelo menos duas Imperial Stouts que precisam ser descobertas por ai. Se possível vamos ajudar o Brasil a conhecer elas. Além do Brasil, continuamos a espalhar a ideia de Petroleum pelo mundo. Ela foi até a porta do Download Festival, foi na frente da torre Eiffel com o Cerveja do Amor do Bodebrown, visitou Machu Picchu, foi ao pub mais antigo da Inglaterra, foi até Edimburgo e chegou até na grécia no blog do Fotis, que passou por várias cidades do Brasil conhecendo o cenário efervecente brasileiro. Esse ano vamos tentar lançar de vez a promoção Petroleum pelo mundo, vamos bolar isso ai direito e mais novidades vem em breve. Conhecemos mais alguns expoentes do mundo cervejeiro tais como: Joseph Tucker – dono...

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Resumo dos dois anos da DUM Cervejaria – parte 1/2

Postado em set 24, 2012

Chegamos aos nossos dois anos (2 meses e 3 dias, para ser mais exato) e vamos falar um pouco das coisas boas que aconteceram nesse ano. Vamos primeiro destacar algumas coisas que fizemos: 22 brassagens; 2000 litros aproximadamente; 1 brassagem a quase cada 2 semanas. Como toda essa cerveja foi bebida, temos uma indicação clara que o pessoal tem sede, muita sede, por aqui. A grande maioria da cerveja produzida é consumida no parque temático ou imediações. Elaboramos novas cervejas e reproduzimos algumas do primeiro ano. Ao total foram 10 cervejas diferentes. Abaixo a lista com os seus respectivos estilos: 4 Grãos (Light Lager); APU (American India Pale Ale); Carlos IV (King Lager); Dirty Harry (Robust Porter). DUMfumada Trufada (Rauchbier); DUMpelbock (Doppelbock); Grand Cru (Double Wit); Jan Kubiš (American Pale Lager); John Wayne (American Pale Ale); Petroleum (Russian Imperial Stout); Você talvez tenha notado uns estilos meio diferentes, não usuais. Esses estilos nasceram através da experimentação que fazemos com a nossa já tradicional Yeast Wars. Para quem ainda não conhece, nós dividimos o mosto de uma brassagem entre dois fermentos diferentes, em galões diferentes, cada qual com sua temperatura e necessidades. Petroleum, John Wayne, Blanché, Da Vinci e Dirty Harry já entraram nessa e produziram surpresas muito agradáveis. Por exemplo, a Jan Kubiš nasceu a partir do mosto da John Wayne com o fermento da Pilsner Urquell e passou a ser a nossa cerveja preferida para tomar durante as brassagens. Ela é leve, tem 5% de alcool, dry-hopping e com um final seco que pede mais um gole. Uma cerveja que faz bastante sucesso entre quem toma, no último Festival Nacional da Cerveja em Blumenau tinha e a aprovação foi bem grande. Uma outra grata surpresa desse ano foi a Carlos IV, que leva esse nome em homenagem ao rei responsável pelo auge do prestígio e do poder do reino da Boêmia. Uma cerveja que apareceu devido a alguns contratempos numa brassagem de Jan Kubiš e ficou muito boa. Com um caráter maltado e muito lupulado, boa para tomar entre os amigos acompanhando um bom churrasquinho. Ela é a prova que imprevistos vem para o bem. Melhoramos o nosso equipamento também: compramos uma terceira panela, um Caldeirão Hotel nº 60 da ABC Panelas, que passou a ser a nossa panela de mostura. Freezers e geladeiras também tiveram que ser comprados em virtude da sede por cerveja. Agora temos 3 freezers horizontais e 4 geladeiras que quase sempre estão ocupados. Uma outra grande aquisição para a DUM foi a nossa bomba, agiliza muito o processo. Hoje em dia, é dificil entender como faziamos cerveja sem ela antes. Recomendamos mesmo. Compramos uns barris de madeira da Bodebrown e fizemos umas expêriencias com eles, além do whisky de Petroleum que fizemos em parceria com a JunkaBeer, agora Morada Companhia Etilica, começamos uns testes com a Petroleum que parecem bastante promissores. Petroleum com madeira combina, isso ficou...

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